Eae seres Inumanos quase pensantes.

Cabeças a mil por hora depois desse episódio, certo?

O review dessa semana novamente sofreu atraso e eu peço desculpas, foi a vida que aconteceu e só me deixou ver o episódio na sexta. E vou dizer.. Foi bem impressivo, até. Apagou de jeito a sensação de meia boca que ficou na semana passada.

Devils You Know tornou a focar de fato na ação e no drama, e eu sou grata por isso. Na cena de abertura tivemos o retorno de Lash! Sua caçada misteriosa aos inumanos continua, e dessa vez ele segue Alisha, a ruiva de Afterlife que pediu ajuda à Shield, o que acabou não dando 100% certo. 

E falando em Afterlife, nesse episódio desbravamos mais um pedaço da história dos inumanos. Não que ele tenha respondido muitas dúvidas (ao contrário, elas só cresceram), mas o sentimento entre os fãs é que em breve algumas delas serão realmente respondidas. Bom... Só basta torcer.

Enquanto isso a gente confere o top 5 dessa semana:



1. Estamos entrando na mente de Jemma Simmons

Foi pouco, mas já foi um avanço. O maior trunfo da atriz Elizabeth Henstridge são as "micro expressões": o olhar confuso, o tique de cerrar os punhos ao lado do corpo nas horas de nervosismo, o leve aumento na voz quando Fitz vê as pesquisas sobre o portal. Isso tudo tem sido muito bacana de ver.

Agora sabemos mais sobre o seu estado de espírito: entre a negação, determinação e uma certa "sobriedade", de quando ela se refere a perda da esperança. Com isso, até a outrora ingênua dupla de gênios mostra que entrou sem volta no amadurecimento dramático.



2. O mistério da identidade de Lash

OK, apesar da semelhança com Blackheart (risos), o visual de Lash que finalmente foi mostrado na série (mas você já tinha visto aqui) é de respeito. E no fundo, no fundo, eu até gostei.

Nesse episódio descobrimos que o grandão está agindo com a ajuda de outro inumano. Esse fornece as informações, e Lash vai atrás fazer o que precisa ser feito. Só que o contato foi pego pela Shield/ACTU, e em outra luta bem filmada Lash surge e mata o contato. Afinal, ele pode comprometer a sua identidade.

O dito cujo tentou vender a imagem de um Lash anjo de luz, mas o próprio disse: Eu não sou misericordioso... Eu sou necessário. Mas pensa que acaba aí? Depois ele caminha para longe da cena e... Se transforma em humano. Cuma?



3. Como atacar a Hidra de uma maneira burra

Lance Hunter foi burro. Isso é fato. Deixou as emoções falarem muito mais alto que o foco na missão, pois sim, seus motivos para querer Ward morto são justos, mas motivo por motivo todos, todos os personagens tem.

O ataque direto e um plano mal elaborado pesaram, e isso expôs a Shield de várias formas. As armas que Lance precisou dar como "presente de novato" ficaram em poder da Hidra. Nada desse plano podia dar muito certo mesmo, já que para começar, Ward conhecia o rosto dos dois.

Nem a presença de Melinda May conseguiu conter os danos, pois o reforço da Shield não chegou a tempo de pegar Ward, evitar a impaciência de Hunter e um final ao que tudo indica, foi trágico.



4. A boa rivalidade proporcionada pela ATCU

A presença da ACTU está soando muito 24 Horas para o meu gosto. E eu estou adorando. Rosalind é dura na queda e é visível que ela está escondendo informações, o que torna o trabalhar com a Shield tenso, dividindo a equipe já dividida por seus dramas paralelos. 

Coulson é um bom homem e um bom diretor, mas ele funciona muito melhor com os conselhos de alguém. Entretanto, com May ainda longe e Daisy cada vez menos em harmonia com ele (Guerra Civil, é você?), somar forças com a ATCU não só foi só fruto do cansaço, mas um tipo de "último recurso", não que me surpreenda, ele e Rosalind tem bastante química. Futura agente da Shield? Uma pessoa pode sonhar..



5. Ward, a morte (?) de Andrew e os dramas paralelos

Pela primeira vez em muito tempo, Grant Ward me chamou a atenção em algo. A maneira amarga com a qual ele fala sobre a morte de Kara (a agente 33), dos homens que ele colocou junto do Andrew para matá-lo, e de "ter sido o melhor que ele pode fazer num espaço de tempo tão curto", me impressionou e agradou. 

Me agradou porque quanto mais ele abraçar o lado psicopata cego, mais a série tem a ganhar. A Marvel carece de vilões marcantes no cinema: Caveira Vermelha foi meio breve, não dá pra levar o Ultron 100% a sério, nem depender do Loki a vida toda. Nas séries a sorte tem sorrido mais, mesmo em Agents of Shield, então não custa nada manter essa marca.

A morte de Andrew Garner foi um meio choque, porque a série tem costume de dizer que fará algo e faz o contrário, mas em compensação... Parece que não dá pra manter 2 negros no mesmo elenco. 

De uma coisa eu sei: Andrew estando morto, se ele for o Lash (uma teoria até bem plausível que vem rodando por aí), isso vai repercutir. E não tende a ser do jeito bom. 


Assim foi o episódio da semana, que nos colocou de cara algo que promete ser marcante. Na próxima terça (27) teremos 4.722 Hours, o episódio no qual vamos descobrir mais sobre o planeta onde Jemma Simmons esteve, como ela fez para sobreviver, por que ela quer reconstruir o portal, onde a performance de Elizabeth Henstridge tem sido vendida como inesquecível. 

Detalhe: 4.722 horas são os seis meses que ela passou "fora". Podem me marcar como ansiosa e deveras assustada.

Vamos de preview:

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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