Resenha: primeiro trabalho do Melyra é avaliado por Átilla Moreira



Nota: 08.0/10.0

Apesar da capa e logomarca apontarem para uma banda de Rock Alternativo, quase tomei um susto quando pus o disco pra rodar, e perceber que o meu engano tinha sido monstruoso. Sim, o MELYRA passa muito longe daquele Rock chato, que comumente passava na extinta MTV aqui no Brasil. A ordem aqui é o bom e velho Heavy Metal.

Tendo em sua formação só mulheres, composta por Mariana Figueiredo (vocal), Fernanda Schenker (guitarra/backing vocal), Helena Accioly (baixo/backing vocal), Ana de Ferreira (batera) e Roberta Tesch (guitarra); a banda destila o seu som com muita personalidade, o que garante uma excelente qualidade se analisarmos este “Catch Me If You Can” como um todo. Encontramos aqui seis faixas, que flertam com suavidade com o Hard Rock, mas com o punch certeiro da antiga escola do Metal brasileiro, de nomes como Volkana e Vodu, apresentando como destaques a mais Hard de todas, “Fly”, a pesadíssima “Trip to Hell”, que bebe da fonte do Warlock e da carreira solo de Doro Pesch, e o carro chefe “Silence”, que possui os melhores e mais bem estruturados riffs e bases do material.

“Catch Me if You Can” é um bom começo de carreira para uma banda muito promissora, e que já está preparando o seu debut álbum para 2016, a ser lançado pela MS Metal Records no Brasil. Se você curte o bom e velho Heavy Metal, acompanhe de perto essas garotas.

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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