Magic Bubble inaugura rede social infantil que torna o aprendizado mais divertido


Florianópolis, abril de 2016 – Quando a filha Layla tinha apenas 5 anos, o empresário Rogério Valim ficou surpreso com a naturalidade com que ela navegava na Web para descobrir novos jogos. Não demorou muito para notar o encanto da pequena, especialmente, com os games em que tinha uma vida virtual e jogava para ganhar moedas com as quais adquiriria agrados para seu avatar, como novas roupas e itens para casa.

Curioso com o interesse da filha, uma legítima representante de uma geração que não conhece um mundo sem Internet, Valim começou a pensar em criar um negócio em que poderia, ao mesmo tempo, empreender e se aproximar de Layla, passando mais tempo perto dela e, o que é melhor, ouvindo seus valiosos conselhos para o desenvolvimento do game.

Com seu apoio incondicional, Valim decidiu, em 2013, começar a montar em Florianópolis, onde vive, a sede da Magic Bubble (www.magicbubble.com.br), rede social infantil que abre as fronteiras hoje (26/04) de um mundo virtual que irá entreter a criançada com games divertidos e educacionais. No lançamento, as crianças terão 30 dias de acesso grátis e depois, se desejarem, poderão se tornar assinantes por um valor mensal de R$ 9,95. O Magic Bubble já está disponível em uma versão para PC e outra para Android em app que pode ser baixado na Google Play. Em breve, será lançado para iOS.


Game estreia com cinco cenários de cidades brasileiras

O projeto do Magic Bubble, que nasceu dentro de casa, começou a virar uma startup em uma pequena sala em um sobrado no centro da capital catarinense. Ali, no andar em cima de uma lavanderia, Valim comanda uma turma de jovens nerds desenvolvedores que se apertam para desenhar e dar vida a cenários de cidades do Brasil e do mundo e personagens apadrinhados pelo simpático professor Albert.

É neste mundo mágico que as crianças passeiam, conversam, fazem novos amigos, brincam nos games, respondem quizes e, quando vencem os desafios e têm acertos, ganham e acumulam os Bubbles, moedas que são usadas para comprar itens para o avatar e decorar e mobiliar a casa virtual.

O Magic Bubble estreia com cinco cenários de capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Em breve, promete lançar cidades de outros países e a qualquer momento novidades e cenários que podem estar relacionados com uma data comemorativa da história ou algum evento atual, como os Jogos Olímpicos.

(Cidades de São Paulo, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba - respectivamente)

“Enquanto desenvolvíamos o game fomos percebendo que não havia nada parecido para crianças na faixa etária de 5 a 7 anos. A criançada quer participar das redes sociais. Mas não tinha nada seguro onde pudesse criar um perfil, no caso um avatar, encontrar os coleguinhas da classe, se divertir e, ao mesmo tempo, aprender geografia, história, cultura regional ou matemática. O Magic Bubble é um ambiente que os pais e professores podem monitorar, acompanhar o desenvolvimento dos filhos e brincar junto com eles, além de ajudar na escola. Estamos muito confiantes que será um sucesso”, diz Rogerio Valim, sócio-fundador do Magic Bubble.

“Ficou muito legal e estou muito feliz que meu pai conseguiu realizar nosso sonho. Tenho certeza que as crianças vão gostar muito”, comemora a agora pré-adolescente Layla. 

Cenário de game Sandboard, de um dos quizes, telas de login e criação dos avatares do Magic Bubble

Investimento anjo e sócios experts

Para levar o projeto adiante, Valim precisava atrair interessados em apoiar financeiramente a startup. Determinado, iniciou um road show e mostrou as telas iniciais do jogo para André e Olívia Bornhausen, que se interessaram pela proposta e aceitaram ser os primeiros investidores.

Com o recurso, a empresa contratou mais desenvolvedores e acelerou a criação do Magic Bubble. Enquanto cuidava da tecnologia com a equipe em Florianópolis, Valim embarcava com frequência na ponte aérea para São Paulo em busca de parceiros que pudessem agregar capital intelectual e ajudassem no desenvolvimento do modelo de negócio e da estruturação da operação.

“Sentia que precisava me associar a pessoas que tivessem experiência para me ajudar tanto na frente de entretenimento quando na área de educação”, lembra.

Fun - Através de um amigo, Valim conseguiu marcar um encontro com Marcos Rosset, que por mais de 10 anos foi CEO da The Walt Disney Company Brasil e hoje é CEO da Entertainment All, empresa de licenciamento e desenvolvimento de produtos. Surpreendido pelo potencial, Rosset também se tornou sócio e assumiu o posto de CEO da Magic Bubble.

“Já participei e acompanhei o nascimento e a transformação de personagens infantis em grandes fenômenos que conquistaram uma enorme legião de fãs. O mundo de Magic Bubble é muito divertido e acredito que irá envolver a criançada com as novidades que serão lançadas a qualquer hora. Elas e os pais se sentirão seguros em poder participar de uma rede social em que a única proposta é se divertir e aprender mais e mais”, assinala Rosset.

Pedagógico – Rosset agregou muito ao projeto por sua história de sucesso no universo infantil. Mas era essencial contar também com um parceiro com credenciais incontestáveis para conduzir o aspecto pedagógico da rede social.

Por intermédio do jornalista Luis Claudio Allan, sócio-fundador e Diretor da agência de relações públicas FirstCom, com quem vinha mantendo conversas para que cuidasse da comunicação do Magic Bubble, Valim conheceu Luciana Allan, Diretora do Instituto Crescer e Doutora em Educação pela USP com especialização em tecnologia aplicada à educação.

Assim como Rosset, Luciana e Luis Claudio aceitaram o convite de Valim para se tornar sócios e comandar, respectivamente, a coordenação pedagógica e a comunicação da empresa.

“Conheço e já trabalhei com diversas ferramentas tecnológicas para educação, mas não conhecia uma que reunisse os diferenciais do Magic Bubble, especialmente para crianças que estão ingressando no Ensino Fundamental. Minha contribuição será em ajudar no desenvolvimento de conteúdos e objetos de aprendizagem que incentivem os professores e crianças a inserirem o Magic Bubble na rotina de estudos”, explica Luciana Allan. “Os professores poderão criar os próprios quizes e terão acesso a relatórios detalhados para acompanhar a evolução dos alunos”, acrescenta.

O time de sócios da Magic Bubble tem também o reforço de Felippe Malta, sócio da agência 9mm, de Florianópolis, responsável pelo marketing da rede social; Rodrigo Cancellier e do investidor João Pedro Solano.

Via FirstCom Comunicação

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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