Quase uma semana após o anúncio de Call of Duty: Infinite Warfare eis que eu estou de volta com mais um Comentando e quem diria! É para falar de nada menos do que o novo Battlefield, anunciado pela Eletronic Arts na sexta-feira (6).

Lembram que no final de fevereiro desse ano nós demos a notícia do rumor de que Battlefield pdoeria voltar ao passado e ser ambientado na Primeira Guerra Mundial? Pois o rumor não era mentira, e a informação agora é oficial: Battlefield 1 é o nome da nova produção da DICE, um nome simples, mas que muito tem a ver com a proposta do que virá por aí. Mas tudo começa, como sempre, por ele:


A história
Tal como eu disse, se passará durante a Primeira Guerra Mundial, mas não é simplesmente a guerra. É uma versão divergente dela, fazendo uma fusão entre as tecnologias dos Séculos XIX e XX, mostrando o choque entre as formas de combate antigo que haviam na época e o que estava surgindo graças a Era Industrial. História! Assim os jogadores terão acessos a armas como espadas, baionetas, pistolas metralhadoras, e transportes indo de cavalos a tanques, aviões movidos à hélice e dirigíveis enormes. 

E o nome "Battlefield 1" é para reforçar isso, pois a franquia tornou-se famosa pelos combates da Segunda Guerra Mundial e os urbanos (Hardline), mas pela primeira vez a DICE visita a guerra anterior, com objetivo de mostrar como tudo o que aconteceu nela definiu o rumo de toda tecnologia e armamentos usados nas guerras atuais, algo que a desenvolvedora disse ter sido criado ao custo de muita pesquisa histórica. A ideia é criar uma experiência realista, não cinematográfica, pois os fãs estão cansados de combates contemporâneos e futuristas. Aquela alfinetada no vizinho com ponta de espada, EA?

Para isso o modo Campanha saiu da caixinha do óbvio e vai nos oferecer algo deveras promissor: a chance de conhecer os Harlem Hell Fighters, primeiro regimento de infantaria afro-americano do exército dos Estados Unidos que lutou durante a Primeira Guerra Mundial. Quem disse que só o HMBR gosta do olhar "fora do óbvio"?

A recepção
A internet tem uma mania chata de colocar coisas vs coisas. Há coisas que eu gosto em Call of Duty e coisas que eu gosto em Battlefield, então eu não vou odiar o primeiro e puxar saco do segundo só para tirar onda de cool. Mas é bem verdade que em matéria de trama a DICE acertou em cheio de algo que eu gostaria ver, pois como eu disse no post de Infinite Warfare eu gosto muito das guerras históricas, mas acertaram mais ainda em trazer uma visão diferente e dar os holofotes a um grupo de negros que marcou a história, mas não é tão falado assim.

(*Nota mental: pesquisar sobre os Harlem Hell Fighters)

A questão do clima dinâmico também parece bem legal. Lutar no deserto árabe, nos alpes e planícies da França, nos famosos alpes italianos, encarar trincheiras com lama e chuva... Há potencial. Além do sistema de destruição dos cenários, que promete ser de grande a quase excessivo.

Outras informações importantes
Foram criadas novas classes para fazer companhia as já conhecidas: Pilots e Tank Officers, focadas em veículos com recompensas e objetivos específicos. Com um jogo que promete ser massivo, os 64 jogadores no campo de batalha precisarão se organizar e usar a estratégia para vencer, indo na onda de FPS como The Division, que fizeram o combate estratégico virar a onda do momento. Ah! A DICE também irá introduzir o modo Persistent Squad, onde um grupo de cinco jogadores vai abordar várias situações, tentar cumprir objetivos conforme passa de experiência por experiência.

Sobre as armas: elas serão mais rudes se comparadas as de Battlefield 4 (pudera), mas haverá um sistema de personalização delas que será testado nos próximos meses. Gás mostarda? Sim, um dos elementos mais famosos da primeira guerra (bem como as máscaras para sobreviver a ele) também vai marcar presença. E tanto no modo campanha quanto no online, os jogadores vão encontrar um foco maior nos confrontos físicos, com a estratégia passando por encurtar a distância para o alvo. Será um mundo de vantagens, desvantagens e possibilidades.

Lançamento e edições especiais
Battlefield 1 que chega no dia 21 de outubro para PC, PS4 e Xbox One, cuja versão padrão sairá por 250 reais para consoles e 200 para PC. Já a versão de luxo vem por 289,90 reais para todas as plataformas e vai trazer vários bônus, com direito a acesso antecipado ao game a partir de 18 de outubro:

(Preço na PSN)

(Preços na Xbox Live)

Os assinantes do EA/Origin Access poderão jogar o game ainda antes, e quem comprar a edição de luxo também ganha o pacote Hellfighter:


Já a edição de colecionador é um colírio ainda maior para os olhos, bem como um choro livre para o bolso: por aproximadamente 220 dólares os jogadores receberão todos os conteúdos da edição de luxo, uma estátua com 35 cm, Steel Book e poster de pano exclusivos, baralho de cartas do jogo, uma cápsula para pombos correio com DLC e um emblema exclusivo. Vamos de imagens:


O veredito
Embora eu tenha gosto tanto por Battlefield quanto por Call of Duty (embora menos), Battlefield 1 me deixou bem mais animada do que Infinite Warfare. A questão da trama foi o que mais pesou, pois eu não me importo com essas coisas de modo online e etc. Adorei esse banho de história que a DICE tomou e vai mostrar aos jogadores, pois da mesma forma que eles querem mostrar como a Primeira Guerra Mundial influenciou todas as guerras de hoje, é a razão pela qual eu gosto tanto dos games antigos.

Agora é animadamente esperar pela E3, onde sem dúvida serão divulgadas mais novidades. Mas desde já, digam aí o que vocês acharam. :)

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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