E vejam só: temos um novo Call of Duty anunciado! Definitivamente essa não é a notícia mais inédita do mundo e pelo contrário, é até bastante repetitiva, mas ainda assim eu pensei cá com os botões: por que não comentar o trailer e todo o anúncio do novo game da Activision? Tudo começa é claro, pelo trailer:


A história

Segundo a Activision o game retornará às raízes ao criar uma batalha de dois exércitos que mergulha os jogadores em uma história de guerra que, pela primeira vez na história da franquia, se estende além dos limites da Terra para a vasta extensão de nosso sistema solar. Plus: que é uma guerra em larga escala com personagens inesquecíveis, ricos arcos emocionais, uma nova ambientação para a ação de Call of Duty. Agora, se vão mesmo entregar isso na hora H, só o tempo vai dizer.

Já estúdio Infinity Ward diz que o game volta para a clássica guerra em larga escala: A história se passa em um futuro plausível, com os jogadores no papel do Capitão Reyes, um piloto de Operações Especiais Nível 1, que assume o comando da Retribution, uma das últimas naves de guerra remanescentes da Terra. Em um momento de adversidade impensável, Reyes deve conduzir os remanescentes das forças de coalizão contra um inimigo implacável, diz o estúdio.

Na história os jogadores terão de enfrentar a fanática Settlement Defense Front (aka A Frente), grupo dissidente dos insurgentes que se separou da Aliança Espacial das Nações Unidas durante uma guerra de secessão ocorrida anos atrás. O planeta tem os recursos naturais esgotados devido o crescimento populacional e a expansão industria. Nessa época -ainda não revelada pela empresa- os humanos têm colônias pelo sistema solar e garimpam planetas e asteroides atrás de combustíveis e outros recursos.

Explicando mais um pouquinho sobre A Frente: trata-se de um poder fascista, formado por militantes radicais e brutais, endurecidos pelas condições extremas dos ambientes fora da Terra. Depois de anos de impasse, as relações diplomáticas ficam tensas e qualquer mudança nessa "estabilidade" tão sensível pode levar a ta-da, a Guerra Infinita da Activision.

A recepção

Foi bastante dividida tal como você, gamer ligado no mundo dos shooters, pode esperar de qualquer coisa ligada ao universo Call of Duty. O argumento geral dos internautas foi de termos mais um Call of Duty futurista, quando o verdadeiro brilho da franquia se perdeu há muito tempo. A internet é um lugar fantástico e que joga ódio gratuito em cima de coisas inesperadas e defende outras bem imbecis, mas dessa vez eu não tiro 100% de razão dos comentários, mas por um motivo bem simples:

A minha experiência com shooters/FPS.

Eu, Bruna, sempre gostei muito dos FPS ambientado no período das guerras históricas. Sempre vi um apelo muito especial nisso por motivos que eu ainda não sei dizer, e é por esse motivo que eu nunca mais esqueço quando joguei e zerei o primeiro Call of Duty para PC, mesmo sendo um game de 2003. Entretanto, vocês sabem que eu tenho um fraco por qualquer coisa (série, game, filme) que me prometa um rico arco emocional, ainda mais com os FPS, onde história vem sendo muito ferida em prol do multiplayer, o que me incomoda, pois eu não gosto dos modos multiplayer dos jogos.*

(*Se é para passar stress, prefiro que seja entre eu e o jogo. Não entre eu, o jogo, e pessoas tentando zoar a minha experiência)

Mas, confesso que vim pronta para odiar esse Call of Duty e acabei ficando curiosa. Tá certo que a trama está meio chupinhada de Star Wars, mas essa premissa do fim do mundo sempre fez muito sucesso entre as pessoas, vide o sucesso de séries como The Walking Dead e The 100, sendo que The 100 vai bem na linha do que o game está prometendo.

O trailer
Foi incrível. Fluído, bonito, bastante cinemático e digno de filme. Eu acho até que conseguiria encarar um filme futurista de Call of Duty. Agora será que como jogo ele vai funcionar? Veremos. Obviamente gostei de ver personagens femininas, o que é sempre bom e nunca é demais, e oh quem diria, easter egg na trilha sonora! Quem decidiu incluir "Space Oddity" do David Bowie no vídeo não só merece Palmas, mas o Tocantins inteiro. Achei uma versão muito bonita e claro, a música é super propícia.

Veredito
Eu vim esperando por uma coisa, acabei tendo outra impressão, risos. Achei bacana, porque eu realmente quero voltar a me interessar por Call of Duty e os shooters em geral, pois é um gênero que eu gosto muito, mas o foco excessivo nos multiplayers acaba me desanimando. Então é isso. Mais informações que saírem por aí, o HMBR conta.

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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