Josh Williams fala sobre The Flash: Rebirth #1 e o que torna Barry Allen "no" herói


Em três semanas The Flash começa a correr o caminho de um novo desafio nas HQs. Com novo time criativo e novo status quo, o Velocista Escarlate é parte da iniciativa Rebirth da DC Comics, onde o herói viverá novas aventuras escritas por Josh Williamson e com arte de Carmine Di Giandomenico. Em entrevista ao ComicBook.com, Williamson falou sobre a nova série de HQs.

Assistir ou não assistir a série The Flash? Quando você produz uma variação/versão de algo que já existe, é meio tentador e quase inevitável não olhar quem está nos holofotes no momento... E quem sabe pegar umas inspirações. Williamson diz:
Sim, eu amo a série. É provavelmente o meu programa favorito na TV atualmente. É como o meu lugar felizm sabe. Meus editores, eu acredito, me disseram isso. Acho que nos estágios iniciais eu tinha algumas coisas que eu estava adicionando que de forma subconsciente estavam vindo da série por estar sendo influenciado. Os editores me mostraram isso e eu tive que assumir o controle de novo. Eu não queria copiar a série.
Já passar pelo ritual do "Rei morto, rei posto", nunca é fácil. Barry Allen encontra o destino final em Crise nas Infinitas Terras, assumindo um status de salvador e mártir. Entretanto, Crise Final reúne Barry e o sobrinho Wally Allen, que após tornar-se o novo Flash, agora volta a assumir o manto do Kid Flash. 
A forma como isso funoiona com Wally, estou realmente animado de ser capaz de contar a história com esse personagem, mostrar ele evoluindo para o que vamos fazer com ele. Nós estamos tornando ele no Kid Flash. Não acho que é um segredo. Eu gosto dele como personagem. Eu gosto de escrevê-lo. Acho que é interessante contar essa versão diferente da história com ele e vindo de um ângulo diferente.
Sobre Barry, falar do personagem evoca toda a mitologia da Força da Velocidade, e uma série de personagens que cercam o herói. O que torna Barry Allen no herói, quando outros velocistas já tiveram o mesmo poder? Williamson responde:
Quando eu comecei a trabalhar nisso, que a coisa não só eu tinha que pensar sobre isso, mas que Barry tem que pensar sobre, entende? Se todo mundo tem os mesmos poderes que ele, por que ele é especial? Por que ele é o Flash? Por que ele é quem deve liderá-los? Por que ele é o especialista sobre este assunto? E se os outros ficaram melhores do que ele? E se eles são melhores? Pode haver pessoas no grupo que aconteçam de fazer um trabalho melhor do que ele. Ele tem que pensar nisso também.

Eu tive que basicamente colocar essa pergunta. O que faz Barry especial? Para mim, os poderes não fazem Barry um herói, Barry é um herói, com ou sem esses poderes, ele vai fazer tudo o que puder e eu acho que isso é o que o separa do restante.
Rebirth não é exatamente um reboot, mas mais um soft reset. Com isso a DC Comics abraça todas as possibilidades, mas sem perder a história dos últimos cinco anos. Quais elementos manter da era dos Novos 52? Eis a resposta:
Estou mantendo algumas coisas, obviamente, como as relações com Wally e Iris. Mesmo que no começo eu estava nervoso sobre algumas delas. Eu estava nervoso sobre o uso do Henry, mas quando comecei a escrever Henry eu descobri que o amava. Eu realmente gostei de escrever ele e seu relacionamento com Barry, que nós conseguimos ver um trecho no especial de Rebirth. Acho que na maior parte algumas das relações que eles estabeleceram com Henry e Iris e Wally, acho que essas são as coisas que eu estava mais animado em manter.

Depois disso, eu só queria realmente definir o meu próprio curso e focar em contar esta nova história que eu queria contar. Quero usar tudo. Eu disse isso antes, sou um grande fã do Flash e quero usar cada pedaço da mitologia que eu puder. A minha lista de coisas a fazer é enorme, por isso estou esperando ter um monte de coisas para fazer e acho que você vai ser surpreendido com o quanto da mitologia que eu vou acabar usando.

The Flash: Rebirth #1 será lançada no dia 8 de junho. Abaixo, confira uma prévia:


Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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