Uma coisa que eu disse esse final de semana no Twitter ficou meio que martelando na minha cabeça: equilibrar o nosso conteúdo entre as notícias e curiosidades é um inferno astral, porque sobra notícia, mas o que é realmente informação? Muitos sites entendem que o internauta bem informado é o que você bombardeia com trinta milhões de links diários, o que é normal, eu até entendo, já que os portais tem grandes equipes, mas que ao mesmo tempo eu discordo e muito. O quê é relevante? O quê é lixo, ruído?

Eu tenho uma grande preocupação com isso porque esse tsunami de notícias bobas, anúncio para dizer que vai ter anúncio, notícias pela metade, etc, etc, muitas vezes me faz querer dar com a cara na parede de tanto cansaço mental. Graças a Deus o nosso cérebro já veio de fábrica sem ser capaz de absorver toda a informação que jogam em cima dele.

No HMBR é diferente até porque ainda somos só eu e o Waka, então não dá para sustentar isso, o que é ótimo. E mesmo se desse eu ainda me negaria a partir por esse caminho porque continua sendo cansativo. Daí de uma forma bem heroica, meio improvável e bizarra nós vamos sobrevivendo, te informando, trocando ideias, divertindo, o que é ótimo. Tem hora que frita o cérebro garimpar os links (como eu digo) entre tanta informação, mas é aquela história, depois que passa a gente ri. =p

Vamos entõ para os assuntos da semana?

Metal Gear e Uncharted 4: quando os games vão além dos games
Na mesma semana saíram duas notícias relativamente parecidas, e que aquecem o coração nesse mundo das tretas: quando os games vão além dos games e se tornam uma experiência que muda a vida, e melhor ainda, ajudam a trazer um pouco de paz para a vida dos deficientes físicos, tantas vezes excluídos no offline, e que as vezes nem no online conseguem se encaixar.

O jovem que ganhou as próteses inspiradas em Metal Gear foi fantástico pelo ponto de vista tecnológico, mas o outro jovem que inspirou a criação do modo de acessibilidade em Uncharted 4 me chamou ainda mais a atenção porque realmente, a questão raramente é falada pelas desenvolvedoras na hora de lançar um novo game, e foi right in da feels quando o Josh Straub fala da importância dos games para uma pessoa deficiente:

"Em primeiro lugar, eles provém um escape das limitações de ser deficiente. Em segundo lugar, eles provém um espaço social onde, em vez de sermos julgados pela aparência física, somos puramente julgados pelas ações que tomamos e as coisas que fazemos no jogo."

Isso, exatamente isso é o que as pessoas que gostam de promover a caça às bruxas aos games quando acontece um caso trágico, precisam ver também. Tem a parte ruim? Tem. Tem gente desequilibrada? Tem. Mas o positivo pesa mais que o negativo? Pesa.

Sobre o filme da Arlequina
Eu realmente torço para a Warner Bros. se encontrar quando o assunto é gestão, porque nisso eles andam pecando, mas nas intenções o estúdio tem ido muito bem para cativar o público feminino: filme solo da Mulher Maravilha, e agora um suposto filme da Arlequina, que tem tudo para ser um dos (ou o) destaques que Esquadrão Suicida. Tá certo que de boas ideias o inferno está cheio, e que teoria é uma coisa e prática é outra.. Mas, pelo menos eu respeito a vontade do estúdio em tentar (diferente de outros..).

Elizabeth Olsen e os 30 anos da Feiticeira Escarlate
Falando no diabo que atormenta a pessoa que vos fala, a Marvel tem um talento admirável na hora de escalar as atrizes para os filmes porque dificilmente você olha para uma delas, e não vê a personagem ali, ou então não consegue ver outra atriz sendo a fulana sem ser a fulana 1.1. É o caso da Elizabeth Olsen (o sobrenome não é acaso, é a caçula da família Olsen) que caiu como uma luva para viver a Feiticeira Escarlate nos cinemas, conquistando os corações e ganhando um espaço cada vez mais interessante nos filmes.

Eu realmente torço para que não queimem a personagem por bobeira e se a morte dela um dia acontecer, que seja decente, pois é cansativo ver as mulheres da Marvel sendo jogadas vezes e vezes debaixo do ônibus (nas séries e nos filmes) por causa de roteiros mal elaborados quando tanto as atrizes, quanto as personagens têm um caminhão de potencial.

Adaptações de Fruit Ninja e Tetris para os cinemas
Eu gosto de ideias diferentes. Só que as adaptações do game mobile Fruit Ninja e Tetris para o cinema são outro degrau de "diferente." É engraçado e bem bizarro pensar de onde diabos vão tirar uma ideia que façam os roteiros desse filme tomar sentido, diferente por exemplo do filme dos emoji, que tem uma base lógica até válida. Ao mesmo tempo esses dois filmes também me preocupam, porque reforçam o argumento de que esse boom de adaptações nerds para o cinema vai ficando cada vez mais fora de controle.

Supergirl foi para o CW e já vai entrar no mega crossover da emissora
Mesmo andando distante das séries em geral, fiquei feliz demais com o fato de Supergirl não ter morrido na praia da primeira temporada. Novamente, o boom das adaptações nerds é cada vez maior: muitas séries, games, filmes, e conquistar a atenção do público é osso, imagina fazer isso e pagar as contas ao mesmo tempo quando a emissora não se esforça com essa ou aquela série. Mãs, ao que parece, Melissa Benoist & cia estão em boa casa no CW, ela até já tirou foto com partes dos elencos de Flash, Arrow e Legends of Tomorrow. (!)

Dito isso, vamos lá clicar.

Música

Cinema

Games

HQ, mangá, etc

TV e Web

Brinquedos, colecionáveis, etc

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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