Embora tenha tido pouco tempo de tela em Batman vs Superman, foi o suficiente para os fãs e até mesmo a crítica elogiarem a estreia da Mulher Maravilha nos cinemas, e manter a hype alta para o aguardado filme solo da amazona em 2017. Com a passagem da Warner Bros. pela Comic-Con, venho por meio desta dizer:

O passado está aqui, e ele é glorioso.

Vamos a ele:



Mulher Maravilha já é um filme histórico antes mesmo do lançamento por alguns motivos.

1) É primeira aventura solo de uma personagem feminina do Universo Estendido DC Comics, ou a primeira de sempre se você ignora que Mulher Gato já existiu;

2) Antes criticada por motivos bem bestas, Gal Gadot acabou mostrando que não só encarnou bem a personagem vivida por Lynda Carter, como está decidida a dar aos fãs o filme que eles merecem;

3) Filme de uma heroína, dirigido por uma diretora? Patty Jenkins é o nome;

4) Mulher Maravilha é o primeiro de dois ou três dos filmes centrados numa mulher mais importantes que o mundo nerd terá nos próximos anos. (Capitã Marvel e Star Wars com a Rey são os próximos)

Eu já estava super animada com a notícia do mix da história da Primeira Guerra Mundial com toda a mitologia de Themyscira, terra das amazonas, e o primeiro trailer não despontou. A produção está incrível, sobretudo os figurinos.

A dinâmica de Diana Prince com Steve Trevor (Chris Pine) também é interessante, embora Steve mal tenha noção completa da força da natureza que a princesa amazona é.

E por falar em amazonas, não vimos muita coisa delas, mas foi melhor assim. Batman vs Superman acabou sofrendo demais com os trailers que revelaram informação além da conta. Mas já dá para dizer que as cenas de ação delas prometem.

Outros destaques são:

A Rainha Hipólita (Connie Nielsen) aparecendo rapidamente. E é muito, muito importante e bonito ela dizer que a filha é o "seu grande amor," porque é isso mesmo. Não existe amor maior do que o amor de uma mãe por seu/sua filho(a);

O voo fantástico da General Antiope (Robin Wright) por cima dos soldados, a fim de acertar a flecha mais badass da história das flechas;

A Mulher Maravilha em toda sua glória, com cenas de ação que me impressionaram e tiveram até a presença do Laço da Verdade! Gal Gadot incorpora bem a versão jovem da personagem.

E tá certo que é estranho ter a história de origem de um personagem depois dele estrear no cinema, mas pelo menos à primeira vista o tom de Mulher Maravilha é mais aventureiro, obviamente sem esquecer do lado feminista que tornou a personagem o ícone que ela é.

Mas os tons escuros que a Warner adora colocar nos filmes da DC estão aqui, porque certas coisas nunca mudam, risos.

E o final.. Ah, quem diria. Warner e DC Comics tem senso de humor! Choque. Foram apresentar a secretária de Steve Trevor e não só fizeram graça, mas uma crítica bem válida.

("Secretaria? De onde eu vim isso se chama escravidão")

Então é isso. Depois da pessoa que vos fala recolher os cacos de cabeça explodida, é roer as unhas, pois Mulher Maravilha estreia apenas em 2017.

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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