Eu sei que demorou, mas forças ocultas no offline me impediram de voltar antes. A vida é uma coisa. Mas como promessa feita tem que ser cumprida, vamos à segunda parte de como foi o Anime Family Geek Fest 2016, o aka Anime Family. Não leu a primeira parte? Veja aqui.

Dizia a aritmética que nós íamos falar dos cosplays..

- Concurso de cosplay

Como eu perdi metade do concurso, não sei o começo. Mas a metade que eu vi me deixou meio na dúvida. Respeito e adoro o trabalho dos cosplayers, viro criança só de ver. Mas alguma coisa no concurso não clicou 100%. Ou foi cisma minha, não sei.

Ainda assim, houveram bons momentos: 

O cosplay da Ravena (Jovens Titãs), muito bem produzido;


A hora que a galera vibrou mais, com o cosplay do Marco de Metal Slug. Foi super divertido e teve boa produção;



A luta de Star Wars:


E esse cosplay de Xangô, com uma mensagem incrível:


Terminado o concurso, tive tempo de dar outro giro pelas salas temáticas: freeplay da Nintendo com torneio de Smash Bros, Beco Diagonal de Harry Potter, torneio de Pokémon, K-pop, mangás (inclusive brasileiros), Star Trek, Game of Thrones, e mais itens à venda indo de Warcraft a League of Legends, mangás de Street Fighter Alpha e até réplicas de itens famosos como os elmos do Thor e Loki.

Foram salas legais, até. Afinal um grande (se não o maior) atrativo desse tipo de evento é comprar tudo que a carteira permitir.

- Show especial 30 anos de Cavaleiros do Zodíaco


O momento maior do dia.. Veio à noite. As pessoas já estavam reclamando do atraso, e durante o show o cansaço era visível, e eu me incluo nessa. Antes, vale dizer, tivemos um esquenta que as crianças grandes adoraram:


Eis que então.. A grande hora! Foi mais um presente que trabalho, pois no último sábado (6) eu fiz 27 anos e sou a fã de Saint Seiya que batizaria um filho de Ikki ou Asmita, e uma filha de Atena. Sério. Comemorando os 30 anos da franquia Nobuo Yamada, Yumi Matsuzawa e Ricardo Cruz se apresentaram e deixaram o palco pequeno.


Foi bom demais. Show de nostalgia, energia e cantoria de qualidade. Passamos por aberturas e encerramentos do anime em japonês como Blue Forever, Soldier Dream, Can't Say Goodbye e óbvio que teve Pegasus Fantasy.

Aliás, essa hora foi engraçada.


Nem todo mundo sabia toda hora as letras em japonês, mas pergunta se Pegasus Fantasy alguém não cantou? É de lei. Nota: o Nobuo gravou a versão original (pra quem não sabe) quando ainda era parte do Make-Up, e essa foi a primeira vez que uma banda japonesa gravou música de anime.

O Ricardo também cantou a música do seu projeto -On The Rocks- e fica o elogio: o cara manda bem ao vivo, é apaixonado pela cultura japonesa como a nossa entrevista provou, e é apaixonado por Saint Seiya. Justo ele ser o Brasil no JAM  Project. É praticamente um embaixador otaku.


Dos japoneses eu ficaria falando tempos: Nobuo Yamada tem um carisma fantástico, canta muito e passou o show inteiro sorrindo. Ele incorpora bem essa coisa glam dos anos 80, o que é divertido, e ele agradece por estar o evento, mas é você que agradece por ver essa lenda viva.

Olimpíada pra quê? 


Yumi Matsuzawa é a definição do "kawai": veio vestida estilo meio boneca, tem voz suave, bonita, super simpática também. Dá vontade de ser amiga dela! Várias vezes ela fazia coraçãozinho com as mãos, e a galera fazia de volta.

Nessa hora o lado fã falou mais alto e eu mais curti que filmei, porque não tinha como. Há 1 semana do seu aniversário você ouvir ao vivo suas três músicas favoritas do seu anime favorito, ao vivo? Como é que fica o coração tiete?

Pegasus Fantasy original, perfeita sempre.



Pegasus Forever eu adoro. Não sei como o Ricardo fez isso, só sei que eu gosto dela mais que a Pegasus Fantasy do Edu.

E teve ela sim, a lendária Chikyuugi, cantada pela Yumi:


Chikyuugi foi escolhida num concurso, e a inspiração para ela a Yumi teve.. Tomando banho. E pela primeira vez na vida eu ouvi Chikyuugi sem chorar! Milagre.

Dentro do show também rolou homenagem ao Koji Wada, falecido no começo desse ano, e o Ricardo cantou Butter-Fly, tema de Digimon, dando outra boa animada no show. Foi bem legal da parte deles, de verdade.

Meus pés já estavam mortos de dor e o coração de tristeza por ser o fim, mas não sem a surpresa: fechamos o show com a versão Omega de Pegasus Fantasy! Cantada pelos três, com trecho em português entre o Ricardo e o Nobuo. O coração tiete chorou de novo.

A previsão do evento era terminar às 19h, mas passava das 19:30 quando o show terminou. Eu cheguei a casa morta de cansada, quase 22h, mas feliz. Foi digno, mas infelizmente terminou então Anime Family 2016, que devia durar mais uns dois dias. Entretanto, o review continua. 

Na parte III vamos falar do saldo e das impressões que o evento deixou. Partiu?

Sobre Bruna

Nerd preguiçosa, pseudo metalhead, cristã, metida a jornalista, mas formada em publicidade. Faz-tudo, sofre-com-tudo, nunca-dorme-direito. Expert em virar criança com Pokémon e Saint Seiya.

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